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E-commerce na prática: descubra como funciona

O e-commerce (em português comércio eletrônico) se relaciona com as vendas pela internet. São realizadas por um único negócio, podendo ser uma fabricante ou revendedor, através de uma plataforma própria. Logo, se diferencia do marketplace que trabalha com diversas empresas.

Conforme dados da 42ª edição do Webshoppers, o e-commerce no Brasil apresentou crescimento mesmo com a crise causada pela pandemia. O comércio eletrônico registrou aumento de 47% no primeiro semestre de 2020, sendo sua maior alta em 20 anos. 

Ainda, o estudo mostrou que os adeptos do e-commerce cresceram 40%, alcançando 41 milhões no total, uma vez que a necessidade e a confiança sobre os pagamentos pela internet levaram 7,3 milhões de brasileiros a realizar compras online pela primeira vez. 

Mesmo com problemas na economia, o e-commerce deve seguir ganhando mais destaque no varejo do país. Dessa maneira, resolvemos trazer o assunto como tema do artigo. Boa leitura! 

 

A origem do comércio eletrônico 

Foi a partir dos anos 90 que essa modalidade de comércio ficou sendo conhecida, quando o empreendedor Jeff Bezos, elaborou uma loja virtual de livros, hoje conhecida como Amazon. Ainda na mesma década, outros comércios eletrônicos foram surgindo como eBay e Grupo Alibaba

No ano de 1995, a empresa de supermercados Tesco, ofereceu catálogos online de produtos para os usuários. Com inicio desses movimentos, surgiu uma nova configuração na relação de consumidores com as formas de comprar. 

No Brasil, as lojas online surgiram com a Livraria Cultura em 1995. Após três anos, outras empresas começaram a vender seus produtos pela internet, entre elas Saraiva (livraria), Ri Happy (loja de brinquedos), Cia Hering (loja de roupas) e Sunglass Hut (loja de óculos). Entre os anos 1999 e 2000, outros varejistas passaram a investir no comércio eletrônico, com produtos mais variados como eletrônicos, eletrodomésticos, vestuário e medicamentos. 

 

Os tipos de e-commerces 

No e-commerce é possível realizar vendas para diferentes objetivos. Veja a seguir, um pouco sobre os principais tipos e exemplos de e-commerce utilizados no varejo. 

 

  1. B2B

Está ligado ao comércio entre empresas. É um modelo que não conversa diretamente com o cliente final, é criado por fabricantes e distribuidores. Reúne produtos como matéria-prima, peças de automóveis e maquinários, além de outras mercadorias. A Dell, que embora atue fortemente no e-commerce B2C, também se encaixa no B2B. 

 

  1. B2C 

Essa categoria de comércio se refere a empresas que vendem para o consumidor final. É o e-commerce usado pelo varejo tradicional, não necessitando de interferências para atender os clientes. A Nike é um exemplo de negócio B2C.  

 

  1. C2C

Efetuado entre consumidor final, sendo uma maneira mais informal comparada aos tipos anteriores. São os sites em que qualquer pessoa pode cadastrar um produto e vender. Exemplos dessa categoria temos o Enjoei e o Mercado Livre

 

  1. D2C

Realizado entre fabricantes e consumidor final. É o famoso “preço de fábrica”, no qual o consumidor pode comprar diretamente com quem fabrica o produto. Um exemplo de e-commerce D2C é a Tesla

 

Como criar seu próprio e-commerce

Para montar sua própria loja online, necessita de um planejamento financeiro e técnicas para lançar seu e-commerce. Conheça algumas das etapas.

 

  1. Escolha uma plataforma de e-commerce 

Opte pela plataforma mais completa possível, que disponibiliza o suporte necessário para as vendas e experiência do cliente. Fique atento também se contém ferramentas de SEO (Search Engine Optimization), para destacar sua loja nos buscadores como o Google por exemplo. 

 

  1. Defina o sistema de pagamento

Nesta etapa, devem ser escolhidas três opções. A primeira delas é o intermediador de pagamento, que cobra uma taxa fixa de transição. A segunda opção é o gateway, que conecta sua loja com agentes financeiros. E a terceira opção é a integração indireta com o adquirente, em que a sua empresa é responsável por executar o processo de integração e gestão de risco. 

 

  1. Invista nos conteúdos sobre os produtos 

Não esqueça que no ambiente online, as pessoas não conseguem pegar o produto com as mãos, por isso, é essencial investir em fotografias, na descrição dos benefícios dos produtos, explicando os diferenciais de cada item. 

 

  1. Execute estratégias de marketing 

Um outro passo fundamental na criação de e-commerce, diz respeito ao investimento em ações de marketing. Criar campanhas no Google Adwords, e-mails marketing, banners e até um blog para auxiliar na captação e fidelização de clientes. Investir no marketing do seu negócio, ajuda a torná-lo mais conhecido para alcançar novos clientes. 


Poderíamos ficar horas e horas falando do e-commerce. É um grande investimento para negócios que visam o crescimento, além de estar cada vez maior no Brasil (como mostramos no inicio do conteúdo). A Órbita possui a expertise em desenvolver e-commerces, já criamos para clientes como a Vila Velô, por exemplo. Está pensando em criar o seu? Nós te ajudamos! É só falar com a gente.

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